- As temáticas que mais gosto de abordar em consulta:
- Psicose
- Doença bipolar
- Depressão
- Ansiedade
- Perturbação obsessivo-compulsiva
- Perturbações da personalidade
- Psiquiatria perinatal
- Sexologia
- Percurso Académico
- Cédula Profissional da Ordem dos Médicos n.º 73186
- Mestrado Integrado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
- Formação Especializada em Psiquiatria no Hospital Garcia de Orta, com atividade clínica em urgência, internamento e consulta
- Curso Pós-Graduado de Atualização em Psicofarmacologia (SPPSM)
- Pós-Graduação em Psiquiatria Perinatal (Instituto Europeo de Salud Mental Perinatal) (a decorrer)
- Dupla Especialização Avançada em Terapia de Casal e Sexologia Clínica (INSPSIC) (a decorrer)
- Especialização Avançada em Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais (CRIAP)
- Formação em Treino Metacognitivo para a Psicose (Universidade de Évora)
- Curso de Psicologia Perinatal (Catarina Martins)
- Curso de Introdução à Psicanálise (Rita Mateus)
- Coautora de um protocolo de rastreio de depressão e ansiedade perinatais nos cuidados de saúde primários
- Orientadora de alunos do 6.º ano de Medicina em estágio de Psiquiatria
- Trabalhos: “Ecos emocionais da Interrupção Voluntária da Gravidez na Trajetória Perinatal” · “Dupla Vulnerabilidade – Violência Obstétrica em Mulheres com História de Trauma Sexual: Impacto na Saúde Mental Perinatal” · “Género como conceito e disforia de género como condição: nota histórica” · “Primeiro episódio psicótico – a narrativa da família” · “Restraint measures in psychiatric inpatient care: the challenge of transparency and international lessons”
- uma partilha pessoal...
Gosto de pensar na Psiquiatria como a mais poética das especialidades médicas e entendo-a como um trabalho que parte da evidência científica mas que só ganha verdadeiro sentido na relação terapêutica. Vejo a medicação como um recurso que nem sempre é necessário mas que muitas vezes tem um contributo importante e mesmo decisivo (até para viabilizar ou potenciar um processo psicoterapêutico).
Pese embora todos os avanços em ciência e tecnologia, continuamos sem outro caminho para aliviar (ou acompanhar) o sofrimento que não a empatia. Sendo certo que a Medicina não pode perder a sua face humana, tenho a convicção de que o digital está longe de a ameaçar, podendo até ajudar a preservá-la: ao reduzir barreiras geográficas e logísticas, torna o acesso a cuidados mais próximo, mais flexível e mais ajustado às realidades do dia a dia de cada um.
- uma frase que me inspira...
“Clinicamente, mais do que qualquer modelo ou técnica, tentei reter uma qualidade relacional (…): acreditar que, com o paciente, seria possível co-construir algo importante e útil, mesmo que não imediatamente óbvio. Esta «calma confiante num mar de incerteza» (…)”
– Alexandre Vaz, Psicoterapia: A Profissão Impossível